Dica do filme Central do Brasil

Cartaz do filme Central do Brasil

Ficha artística
Franco-brasileiro, 1998. 113 minutos. Cor.
Idiomas: Português, alemão
Direção: Walter Salles
Produção: Arthur Cohn, Martine de Clermont-Tonnerre
Produção executiva: Elisa Tolomelli, Lillian Birnbaum
Produtor asociado: Paulo Brito, Donald Ranvaud
Escrita: João Emanuel Carneiro (roteiro), Marcos Bernstein (roteiro), Walter Salles (idéia original)
Direção de fotografia: Walter Carvalho
Edição: Isabelle Rathery, Felipe Lacerda
Direção de arte: Cássio Amarante, Carla Caffé
Música: Antonio Pinto, Jaques Morelenbaum
Som: Jean-Claude Brisson
Figurino: Cristina Camargo
Produção de objetos: Mônica Costa
Assistente de direção: Kátia Lund
Continuidade (Nordeste): Adelina Pontual
Elenco: Sérgio Machado
Direção de produção: Marcelo Torres, Afonso Coaracy
Coordenação de produção: Beto Bruno
Maquiagem: Antoine Garabedian
Elenco
Fernanda Montenegro Dora
Marília Pêra Irene
Vinícius de Oliveira Josué
Sôia Lira Ana
Othon Bastos Cezar
Matheus Nachtergaele Isaías
Caio Junqueira Moisés
Otávio Augusto Pedrão
Stella Freitas Yolanda
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Uma resposta a Dica do filme Central do Brasil

  1. Ignacio Agulló Sousa diz:

    Central do Brasil é um drama que acontece no Brasil de finais do século XX. A história começa com Dora, que trabalha na estação dos comboios do Rio de Janeiro; ela escreve as cartas que os analfabetos ditam. Uma dessas cartas é a carta de Ana em que envia ao seu marido uma fotografia do seu menino de nove anos, Josué, que ainda não conhece ao pai. Josué, que acompanha a sua mãe, receia que Dora não envie a carta; na verdade, Dora não envia carta nenhuma, ela fica com o dinheiro do selo e destrui as cartas – exceto as que ela julga engraçadas, como a da Ana, as quais guarda numa gaveta da sua casa.

    A história vira subitamente quando a Ana morre atropelada por um ônibus quando sai da estação. Josué fica sem lugar onde ir e fica na estação, sem comer por dias, até que a Dora se compadece dele e o leva passar a noite a casa dela. Na casa de Dora, Josué vê uma gaveta entreaberta, cheia de cartas; e, bem certo, lá está sem enviar a carta da sua mãe com a fotografia dele. A partir desse momento, os destinos de Dora e Josué ficam unidos; ela vai ter de o acompanhar numa viagem pelo sertão brasileiro na procura do pai dele.

    Eis um filme, fundamentalmente, de gente. Walter Salles faz desta história um retrato coletivo da gente do Brasil. Da estação central até o santuário do Bom Jesus, Salles vai retratando as pessoas que os protagonistas acham no seu percurso, com uns diálogos que são o mais destacado do filme. Destaca também o movimento da câmara, que capta os detalhes com subtileza. A música complementa a imagem com acerto. Os atores estão bem em geral; destacam a protagonista Fernanda Montenegro e Othon Bastos.

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